
HOUSTON — E subitamente, à 2.ª jornada da fase de grupos, aí está a primeira final para Portugal. A pacatez de Palm Beach ficou para trás e a Seleção Nacional aterrou em Houston com… a corda no pescoço; não em termos matemáticos, mas na obrigação moral de dar, frente ao Uzbequistão, uma resposta categórica.
A semana que separou o empate cinzento frente à RD Congo do duelo de hoje com o Uzbequistão foi tudo menos tranquila, pautada por ruído exterior, polémicas em torno da utilização de Cristiano Ronaldo e, ainda, discursos de jogadores em que, por vezes, a bota não bate com a perdigota.
Eis o onze provável de Portugal:
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Se, por um lado, se tentou vender a ideia de uma «blindagem total» e de um foco exclusivo no relvado, por outro, as declarações públicas denunciaram algum desconforto com as críticas à dolce vita na Flórida.
Entre a desmistificação de que as famílias e as praias estavam a desconcentrar o grupo e a dura realidade de uma exibição sofrível, o selecionador percebeu que o tempo das experiências de laboratório se esgotou. Frente ao Uzbequistão, Portugal precisa de certezas, não de ensaios.
É por isso que o onze inicial para hoje desenha uma pequena revolução estrutural, desde logo com a alteração na linha defensiva que tremeu na primeira jornada.
A Seleção Nacional vai hoje a jogo despida de desculpas, com os pesos pesados chamados a assumir a responsabilidade no jogo no Texas e na primeira vitória neste Campeonato do Mundo.
O onze proposto pelos jornalistas de A BOLA:
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E onze escolhido pelos adeptos, em inquérito em abola.pt
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